segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Blasfêmia no Museu Paranaense (Vamos combater pela Honra do Sagrado Coração de Jesus)


       Gostaria de pedir a ajuda de todos os leitores deste blog para combater uma blasfêmia que está sendo perpetrada no Museu Paranaense. Trata-se de um quadro zombando do Sagrado Coração. Passarei alguns contatos úteis:
Museu Paranaense, diretor Renato: (41) 3304-3308.
Angélica da Gazeta do Povo: (41) 3321-8609
Felipe da Gazeta do Povo: (41) 3321-8617
Tribuna Paraná (Whats up) (41) 9683-9504

Muito Obrigado, Viva Cristo Rei!

Para maiores informações welderejaque@gmail.com

sábado, 26 de maio de 2018

REFLEXÕES SOBRE A PACIÊNCIA


“In patientia vestra possidebitis animas vestras” (Lucas 21, 19)
            Pus-me hoje a refletir sobre a paciência. Gostaria de compartilhar as conclusões a que cheguei. Evitarei, na medida do possível, o uso de termos oriundos do vocabulário filosófico, e o faço por falta de domínio de minha parte, bem como para facilitar a compreensão do leitor não familiarizado a esses termos.
            A paciência é uma virtude; um bom hábito; uma qualidade; um bom atributo. Mas dizer isso é pouco, é preciso especificá-la; defini-la para que nos aproximemos de sua essência. Pois bem, a paciência é uma virtude que consiste em quê? Digo-o de modo simples: a paciência é uma virtude que consiste em sofrer corretamente as adversidades.
            Acompanhem-me nos desdobramentos de tão simples definição.
            As adversidades são os sofrimentos e as dificuldades que nos acompanham ao longo da vida, e aqui não precisamos de maiores elucubrações. As adversidades podem causar em nós três tipos de sentimentos: tristeza, raiva e medo. Cada tipo desses comporta sentimentos derivados ou próximos, por exemplo: da tristeza deriva o desânimo; da raiva a pressa e o rancor; do medo a ansiedade e a apreensão. Esses sentimentos podem nos levar, se permitirmos, a cometer pecados. Assim, a tristeza pode nos levar à preguiça, ao desespero, etc.; a raiva pode nos levar a ofensas, a juízos temerários e a uma série de outros pecados; e o medo pode nos levar, por exemplo, a não confiarmos em Deus como deveríamos.
            A virtude refere-se sempre a escolhas e, portanto, a atos voluntários. Muitas das adversidades pelas quais passamos são involuntárias e ocorrem independentemente de nossas escolhas e sem que tenhamos culpa. Os sentimentos que decorrem das adversidades também não são voluntários: quem censuraria alguém que ficou triste por perder um ente querido? Quem censuraria alguém por sentir raiva ao sofrer uma injustiça? Ninguém pode ser censurado pelos sentimentos que lhe acometem, pois eles são parte da natureza humana e possuem uma utilidade cuja elucidação foge aos propósitos do presente texto. Há, no entanto, importantes ressalvas a serem feitas: ninguém pode ser responsabilizado por um sentimento que lhe acomete, mas pode sim sê-lo pelos sentimentos provocados por sua própria escolha, pode sê-lo também pelos incentivos que dá a esses sentimentos e pelo modo como lida com eles, pois então há escolhas.
            A batalha encampada pela virtude da paciência bifurca-se então em duas trincheiras: moderar os sentimentos causados pelas adversidades e resistir às tentações advindas desses sentimentos. Ilustremos com uma situação hipotética: alguém perde um ente querido e com isso obviamente ficará triste. A tristeza fará surgir em sua alma tentações inúmeras[1]: entregar-se ao desespero; abandonar seus deveres de estado; revoltar-se contra a Providência, etc. O que deve fazer neste caso para exercer a virtude da paciência? Esforçar-se para desviar seu coração da tristeza (moderação dos sentimentos) e resistir às tentações praticando o contrário do que elas sugerem: se sugerem o desespero, praticará a esperança; se sugerem o abandono dos deveres de estado cumpri-los-á com ainda maior diligência; se sugerem a revolta contra a Providência, submeter-se-á em tudo à Vontade de Deus.
            O Evangelho nos diz que a cada dia basta o seu mal. Faz parte, portanto, da virtude da paciência o enfrentar as dificuldades no momento oportuno, sem sofrimentos antecipados e sem reviver dificuldades já superadas. O fato é que sofre-se muito por razões fictícias; por adversidades futuras que não passam de meras hipóteses ou por aquelas que dormem enterradas no passado. Não age pacientemente aquele que cai em tais armadilhas.
            Vê-se que, diferente do que parece, a paciência está longe de ser uma virtude pacífica, pelo contrário, é uma virtude guerreira, própria dos varonis, dos heróicos. Ela supõe uma enorme capacidade de concentração, de vigilância espiritual, de domínio de nossa vida interior; supõe ainda a contemplação diligente e assídua das Verdades da Fé. Nunca é demasiado lembrar que nada se faz de realmente virtuoso sem a Graça de Deus.
            Esperar de modo correto também faz parte da paciência, e geralmente é nesse sentido que ela é comumente entendida. Quem espera algo logo se sente tentado a reclamar, a ceder à exasperação. Se almejamos o céu, precisamos saber esperar; se almejamos as Graças de Deus, precisamos saber esperar e até mesmo para alcançar a virtude da paciência precisaremos saber esperar.
            A virtude da paciência só adquire seu verdadeiro sentido no âmbito sobrenatural, isto é, quando somos pacientes por amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor a Deus. Isto inclui, obviamente, ser paciente tendo em vista o alcance, pela Graça de Deus, do Paraíso.
           


[1] As tentações não são provenientes apenas de nossa natureza ferida pelo pecado original, mas também do demônio e do mundo. A paciência é, portanto, a luta contra os três inimigos da alma: o demônio, o mundo e a carne.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Novo vídeo do Meu livro!

Novo vídeo de divulgação do meu livro. Ajudem a divulgar se puderem. Salve Maria! Viva Cristo Rei!

segunda-feira, 2 de abril de 2018

CRÔNICA DEPOIS DE LER CORÇÃO


             Agora é de madrugada, eu estava lendo Corção. Terei agora a ousadia de tentar imitá-lo. Imitá-lo em escrever, em expressar reflexões que tenho em minha alma. Mas não poderei imitá-lo em seu nobre gênio, em seu talento, em sua experiência. Todavia não pode ele escrever por mim, devo fazê-lo por conta própria, certo de que ele perdoaria o ter inspirado alguém tão desprovido.
            Gustavo Corção voltou para a casa suprema por volta dos quarenta, isto é, converteu-se ao catolicismo. Soube muito bem, portanto, o que é o desterro. E talvez exatamente por isso fale tanto sobre casa, a boca fala (ou a pena escreve) do que está cheio o coração, e sou levado a crer que o coração do Corção (não foi intencional esse trocadilho) estava cheio de aspiração pelo Paraíso. Como se diz na Tradição Católica: “Casa do Pai”; “Morada dos eleitos” etc. O filho pródigo entra em si e depois retorna para entrar novamente na casa do Pai; Deus diz aos eleitos: “entra no gozo do teu Senhor”. O inferno, pelo contrário, é uma expulsão para as trevas exteriores; Adão e Eva foram expulsos, isto é, saíram. A oração “Salve Rainha” refere-se a esta vida como desterro. Este mundo nunca poderá ser a Casa, mas quanto mais as Leis de Deus forem respeitadas mais poderá nos oferecer constantes lembranças dessa morada eterna; e assim quanto mais o mundo se aproxima de um lar, mais nos faz anelar pelo Paraíso; e quanto mais se compraz no desterro mais se aproxima das trevas exteriores.
            Permito-me gabar-me de ser como ele, tão afeito a lembranças, tão contemplativo nas pequenas coisas e tão zeloso das grandes coisas que se escondem nessas miudezas que são guardadas na memória ou em objetos, intencionalmente ou por acidente. Permito-me unir-me a  ele no sentimento de voltar para casa e encontrar sempre o mesmo portão que cumpre o papel da imobilidade que faz lembrar o eterno. Ele fala de voltar para casa, de estar em casa; ele relembra sua casa de infância; ele fala do caminho para a casa. Eu também sinto tudo isso em minha alma estreita; sinto tudo isso quando viro as costas para o mundo cruel e adentro meu lar portão adentro. Tirando o capacete a que me obriga meu cavalo de ferro, sinto no coração, na alma e quase a me sair pela boca uma epopéia resumida, contida e retumbante e seus versos me dizem que estou onde devo. Vejo minha esposa e os pés dos meus filhos num vaguear aleatório pelo chão e posso adivinhar-lhes o sorriso, prever o abraço e descansar.
            Gustavo Corção é um gigante. Lê-lo é conversar com um amigo ilustre e alargar o que em minha alma pequena há de semelhante à sua, magnânima.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

NOTAS PARA UMA EDUCAÇÃO CATÓLICA



INTRODUÇÃO
            O modo de se educar os filhos aprende-se por tradição, e numa sociedade saudável essa tradição está acoplada num feixe de valores e princípios que são repassados geralmente sem uma reflexão consciente. Numa sociedade saudável mesmo as classes iletradas sabem educar seus filhos, pois receberam isso naturalmente. Sabe-se o que é correto simplesmente pelo fato de se ter convivido com o correto, sem que se precise de uma fundamentação teórica. Assim, por exemplo, sabia-se o respeito que se deve aos mais velhos, sem precisar saber o porquê desse respeito.
            Esse conhecimento natural dos princípios e valores corretos que outrora se recebia como o ar respirado quase não existe mais em nossa sociedade, de modo que precisam ser adquiridos de modo consciente, de um artificial de certo modo. Não se pense que na sociedade atual a criança aprenderá naturalmente a ser respeitosa, por exemplo. Ela deverá aprender isso quase como se fosse um conteúdo formal. As plantas que cresciam naturalmente numa sociedade mais saudável, hoje só nascem nos jardins cultivados artificialmente; e ainda assim com muito adubo, e com combate acirrado contra todo o tipo de pragas.
            Mais do que nunca é necessário um conhecimento específico para os pais que querem criar bons filhos católicos. Não seria apropriado dizer que novos desafios se impõe, seria mais próprio dizer que o mal avançou, que o inimigo de sempre dispõe de forças maiores, mas a Graça não faltará aos pais que de fato querem cumprir o que Deus manda.
            Talvez antigamente (sem querer ser saudosista, pois sempre houve dificuldades) a cooperação dos pais com a sociedade era mais harmônica. Hoje só há a péssima pseudo-harmonia dos pais que se renderam ou a luta valorosa dos pais que combatem o bom combate. Meus caros, a sociedade terrena não é mais nossa aliada; a escola não é aliada; nem os parentes (muitas vezes corruptores também). Pelo contrário parece que só inimigos nos cercam, mas é só aparência, pois o Céu inteiro está do lado dos pais que querem educar catolicamente seus filhos. Lutar sozinho deve ser uma habilidade que se aprende a duras penas; mas também há a habilidade de encontrar bons aliados. Daí a grandiosa iniciativa de reunir as famílias católicas, reunir para quê? Para esmagar, para destruir, dizimar o inimigo. É preciso esse ânimo guerreiro, pois é de fato uma guerra. Guerra espiritual imensamente mais cruenta que a guerra material. Nessa luta a mediania serve muito pouco, é preciso o heroísmo. O nosso heroísmo, enfraquecido como estamos, não é grande coisa, mas é o que podemos fazer, é a nossa generosidade, e no mais, Deus está conosco, não somos a principal força do nosso exército.
            Sendo assim, meus caros, gostaria de apresentar-vos hoje algumas notas para uma boa educação católica. Talvez não traga nada de novo, mas lembro a mim mesmo de verdades importantes e faço-os participar de minha lembrança; faço-os lembrar comigo os meus próprios deveres.

  1- MEIOS E OBJETIVOS PARA UMA EDUCAÇÃO CATÓLICA

            A educação católica não é intelectualista, mas a transmissão fiel da Fé. A transmissão fiel das armas que a Igreja coloca em nossas mãos para salvarmos as nossas almas com a Graça de Deus. Visa mais a oração que o aprendizado exaustivo de inúmeros conteúdos, visa mais o catecismo que o direcionamento a uma profissão, e assim por diante. Deve-se proporcionar conhecimentos científicos, filosóficos, artísticos aos filhos, mas não em detrimento daquilo que verdadeiramente importa, que é a Fé.
            A educação católica não se atinge através de um método único, mas através do emprego dos meios adequados visando a formação de bons católicos, cujas almas permaneçam em estado de graça, respeitando os dez mandamentos e a lei da Igreja, sendo assim pode haver diferenças metodológicas acidentais entre duas famílias católicas, mas os princípios serão sempre os mesmos.
            Quais são esses princípios? São os princípios doutrinais da Igreja, contidos no catecismo (altamente recomendável é o de São Pio X). É preciso que os pais aprendam muito bem o catecismo para poderem ensiná-lo aos seus filhos. Os pais precisam assumir essa tarefa e não consigo sequer imaginar, na atual situação na qual nos encontramos, uma família que queira seriamente manter seus filhos na fé sem aprender e repassar para os filhos o catecismo. Considero razoável que o pai ou a mãe ensinem por duas horas semanais o catecismo aos seus filhos, uma hora sábado e uma hora domingo, por exemplo; se os filhos forem numerosos e com idades diversas deve-se achar o tempo e o método apropriados, o que se consegue facilmente uma vez começada a empresa, pois os pais recebem de Deus todas as graças necessárias para instruírem seus filhos na Fé.
            A oração é outro meio absolutamente necessário para uma boa educação católica. Levar os filhos para adorarem o Santíssimo na Igreja, rezar o terço em família todos os dias (leva-se em média 20 minutos para rezar um terço, dificilmente se encontrarão vinte minutos tão bem empregados). Não se permita que os filhos comam antes de rezar, que iniciem o dia sem antes rezar e que deitem à noite sem antes fazer suas orações. É preciso insistir muito sobre a importância e a grandeza da oração, como dizia Santo Afonso Maria de Ligório: “Quem reza se salva, quem não reza se condena.” A oração precisa ser insistente, precisa ser concentrada, correta, é preciso pedir aquilo que nos ajuda a alcançar o Paraíso e não tanto os bens temporais. A vida de oração pode ser melhorada através de exercícios de piedade, muitos santos escreveram sobre isso e basta procurar que se acharão facilmente excelentes indicações (Imitação de Cristo, Filoteia, Exercícios Espirituais de Santo Inácio, etc,). Essa questão da oração vale para a família toda, pois adiantaria pouco ensinar os filhos a rezar se os pais não rezam.
            Falei de dois meios principais: o catecismo e a oração, subentende-se, portanto, o respeito a tudo o que manda a Santa Madre Igreja, em sua doutrina tradicional e imutável.

2- A GRANDEZA DE SER CATÓLICO

            É da natureza humana legar aos descendentes aquilo que é valioso: língua, bens materiais, tradições, nome etc. Creio que uma das coisas que fez com que a Fé se perdesse foi o fato de que as pessoas começaram a olhar para a Fé como algo comum, corriqueiro e não com o aspecto extraordinário que ela tem. A Fé é algo extraordinário, é algo de que devemos nos orgulhar, mais do que do nosso nome, mais do que qualquer outra glória. Se há algo de glorioso nesse mundo é ser católico. Isso deve ser passado aos filhos. Eles precisam crescer sabendo o quanto é glorioso ser católico. É um sinal de distinção. Um católico não é apenas mais um nesse mundo apodrecido, o católico é um indivíduo distinto, é um farol, o sal da terra. Isso se perdeu, por isso as pessoas não viram mais a importância de transmitir essa Fé aos filhos. Hoje mais do que nunca o católico verdadeiro se distingue dos demais, a diferença é colossal. Os filhos devem sim notar essa diferença, não para se gloriarem no sentido humano e vaidoso, mas para assumirem sua obrigação de ser sal da terra e luz do mundo. A vanglória é pecado, pois se dirige aos próprios méritos e traz em si o desprezo pelos demais, já esse orgulho de ser católico, só seria chamado de orgulho por falta de palavra melhor, pois seria um “santo orgulho”, já que não se trata de dar glória a nós mesmos, mas a Deus e àquilo que Deus faz em nós através de sua Igreja.

3- A FORMAÇAO NECESSÁRIA PARA SER PAI OU MÃE
           
         Devido ao fenômeno que descrevi na introdução, a saber: o fato de estarmos, em grande medida, desprovidos de uma cultura católica que permeie toda a sociedade, pois bem, devido a esse fenômeno deve-se postular que os pais precisam de formação para exercerem o seu dever de estado. É preciso uma formação mais completa que para qualquer outra profissão. Sobrepuja, por exemplo, a profissão de professor, pois o professor deverá ensinar apenas alguns conteúdos e os pais devem ensinar o próprio sentido da vida. É preciso também mais treinamento e exercício, observação, correção dos erros etc.
            Deve-se incentivar a busca dessa formação, que é longa e repleta de dificuldades, por outro lado é muito frutuosa e não frustrará os que a buscarem com sinceridade e esforço. É preciso dedicação, aproveitar bem o tempo, pois o tempo que passou não volta mais; e que não precisemos no futuro fazer aquela terrível pergunta, própria de pais que tiveram filhos vitimados pela perdição desse mundo: “onde foi que eu errei?”
            As luzes intelectuais não faltarão aos pais que realmente quiserem e implorarem o auxílio de Deus para bem educar os seus filhos, pois o próprio Espírito Santo nos guiará com seus sete dons para que possamos bem desempenhar esse nobre papel.

4- ENFRENTAR VALOROSAMENTE OS INCÔMODOS

            Os pais não devem temer os incômodos. Quantos males são causados por aqueles que não querem se incomodar! Vê o filho fazendo coisas erradas, mas tem preguiça de corrigi-lo, pois não quer se incomodar; deixa fazer coisas erradas quando está em público, porque não quer passar vergonha corrigindo o filho na frente dos outros; deixa as regras serem quebradas fazendo vista grossa, pois não quer ter o trabalho de resolver aquela situação no momento; e ainda inventa uma desculpa para si mesmo: “só dessa vez”, “hoje é um dia diferente”. Não quer usar de sua autoridade. Volta atrás por ter medo de manter a palavra; não tem firmeza; não quer gastar tempo com o filho; não passa seu tempo com ele; não pára para observá-los; afasta-os sempre que os pequenos vêm para mostrar alguma coisa de seu interesse infantil; não tem interesse em observar as tendências dos filhos; o modo como falam; não conversam com os filhos etc etc.
            É preciso enfrentar esses incômodos e para isso é de grande ajuda as práticas de mortificação ensinadas pela Igreja.